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+Visão Oiapoque – AP

Aldeias do Baixo Oiapoque

Em vez de pedir que as pessoas viajassem até o cuidado, levamos o cuidado até elas.

Como nasceu

No extremo norte do Brasil, onde o rio Oiapoque desenha a fronteira.

Vivem ali os povos Karipuna, Galibi Marworno, Galibi Kali'na e Palikur-Arukwayene. Cerca de 10 mil pessoas, em aldeias que ficam longe da capital, e onde chegar a um centro cirúrgico sempre foi uma jornada.

O +Visão decidiu inverter o caminho. Em vez de pedir que as pessoas viajassem até o cuidado, levamos o cuidado até elas.

Foto: equipe e pacientes do programa

O problema e a meta

Por estrada, por rio e até pelo ar.

Equipes, equipamentos e um hospital itinerante seguiram para chegar às aldeias Kumenê, Kumarumã e Manga. Foram 43 profissionais, entre médicos, equipe de apoio e logística, para que cada cirurgia de catarata e de pterígio acontecesse com segurança, dentro do território, respeitando o ritmo e a história de cada comunidade.

Impacto

Antes de cada cirurgia, a escuta.

Um levantamento nas aldeias identificou quem precisava de cuidado e quais eram as demandas. Só então vieram as consultas, os exames e a sala de cirurgia.

Para muita gente, foi a primeira vez que um atendimento oftalmológico de ponta chegou tão perto de casa. Uma ação inédita, que mostra o que acontece quando o cuidado vai ao encontro de quem espera.

  • ~0 indígenas na região atendida
  • 0 profissionais na equipe
  • ~0 cirurgias de catarata e pterígio previstas na primeira etapa
  • 0 exames pré e pós-operatórios previstos
  • 0 aldeias: Kumenê, Kumarumã e Manga

Quando o cuidado vai ao encontro de quem espera.

Nosso compromisso

[A ESCREVER — fechamento]

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